INQUÉRITO CONCLUIDO DA ENFERMEIRA ANGELA.


 PCRO CONCLUI O INQUÉRITO QUE APUROU ESTUPRO E MORTE BRUTAL DA ENFERMEIRA ANGELA EM JI-PARANÁ-RO.

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por intermédio da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra Vida de Ji-Paraná (Homicídios), concluiu o inquérito policial que apura o estupro e a morte cruel que vitimou a enfermeira Ângela Maria Silva Duarte dia 05/01 naquele município.

As investigações, presididas pelo delegado Luis Carlos Hora, apontaram indícios de que V.F. (vizinho da vítima) a atraiu de forma fraudulenta com o pretexto de vender uma pia(ela estaria construindo), em seguida ele a estuprou, matou asfixiada e escondeu o corpo no guarda-roupas. O corpo foi encontrado por familiares dentro de um guarda-roupas.

A necrópsia apontou ferimentos nos joelhos e na região do pescoço (esganada) da vítima. A causa da morte foi asfixia e foi detectado que houve relações sexuais.

O delegado Luis Carlos Hora representou pela prisão temporária, que foi deferida. Diante das informações, policiais militares de Rondolândia-MG foram até a fazenda onde V. F. estava e o prenderam.

V. F., durante interrogatório, disse que ela foi até a casa dele, mas não se lembra de tê-la atraído para lá, como também não se lembra que a estuprou e a matou de maneira violenta. Justificou seu esquecimento dizendo que tinha ingerido uma garrafa inteira de vodca e dez pedras de craque e que escondeu o corpo porque estava com medo de ser morto pelos familiares de Angela.

O delegado Luís Carlos Hora conclui que a versão é mentirosa. Não foi encontrada nenhuma garrafa de vodca na casa, nem sinais de uso de craque. A droga o deixaria “ligadão”. A relação não foi concedida, senão não faria sentido matá-la. “V. F. estuprou e matou e tudo que disse é mentiroso”.

A peça pré-processual foi encaminhada ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO), que deve avaliar e apresentar denúncia ao Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO). V.F. foi indiciado por estupro qualificado pelo resultado morte, (pena de 12 a 30 anos) bem como por ocultação de cadáver(1 a 3 anos).


Fonte: Departamento de Comunicação Policia Civil

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