O dia 19 de novembro na história de Porto Velho, Rondônia, Brasil e Mundo

O DIA NA HISTÓRIA

Lúcio Albuquerque

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BOM DIA, sábado, 19 de NOVEMBRO  

COMEMORA-SE

Dia da Bandeira (BR), Dia Nacional de Combate ao Dengue (data móvel), Dia Internacional do Homem, Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. Dia Mundial do Vaso Sanitário.

Católicos celebram Santa Matilde, São Abdias, São Roque González 

RONDÔNIA

1915 – Insuflados pela administração da Madeira-Mamoré, comerciantes estabelecidos no lado brasileiro de Porto Velho se insurgem contra cobrança de impostos e provocam enormes arruaças.

1947 – O governador Frederico Trotta cria, pelo Decreto 47, o Curso Regional Normal do Território - depois “Carmela Dutra”.

1990 – 13 mil famílias se inscrevem para receberem lotes de terras – previsão de distribuição de 1.200 lotes, no bairro Marcos Freire, zona leste de Porto Velho.

BRASIL

1889- Decretos do governo provisório regulamentam a Bandeira, o Brasão de Armas, o Hino e o Selo nacionais. 1967 - Morre Guimarães Rosa, um dos maiores escritores brasileiros (n. 1908). Em 1969- Pelé marca o seu milésimo gol (Santos de 2 a 1 Vasco), no Maracanã. 1906 — Comemora-se pela primeira vez o Dia da Bandeira no Brasil.

MUNDO

1819 — Inauguração do Museu do Prado em Madrid, Espanha. 1964 — Concílio Vaticano II: Começa votação do Lumen Gentile, que procura compreender a Igreja, seguidora de Cristo, na perspectiva de seu interior. 2006 — Lançado o primeiro console de videogame da Nintendo com controle de movimento, o Wii.

FOTO DO DIA

Porto Velho, onde em 1915 foi implantado o município do mesmo nome, era uma vila onde praticamente a autoridade brasileira inexistia. Em janeiro foi instalada a Superintendência (prefeitura), tendo como titular o major Fernando Guapindaia de Souza Brejense, e uma primeira providência foi uma tabela de impostos  municipais, o que desagradou principalmente os comerciantes lusos, e quando a professora Teivelinda Guapindaia foi pedir ajuda para a construção da capela do Cemitério dos Inocentes (Foto), ela foi destratada, o que provocou a reação do pai, o superintendente, desdobrando aí para uma noite de arruaças, que ficou conhecida  na pequena vila como a “Revolta dos Portugueses”, incentivada de forma indireta pela administração estrangeira da ferrovia Madeira-Mamoré que teria até cedido armas aos insurgentes. No dia seguinte, feito um acordo, a Revolta dos Portugueses acabou.



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